​Tecnologia digital e o impacto nos caminhos “offline” dos consumidores

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Que as tecnologias digitais – desde os smartphones às redes sociais e plataformas de compra online - mudaram para sempre as rotinas diárias dos consumidores e os seus comportamentos de compra é já um dado adquirido mas, de acordo com Denise Dahlhoff, diretora de pesquisa do Baker Retailing Center da Wharton School na Universidade da Pensilvânia (EUA), esta ligação pode interferir e moldar novas formas e modelos de negócio no offline.

No artigo que escreve para a publicação online Retail Dive, tendo por base diversas pesquisas e estudos, a colunista dá diversos exemplos. Um dos menos óbvios está relacionado com as plataformas digitais como a Uber e americana Lyft e as consequências indiretas que têm tido no retalho e comércio. Dahlhoff explica que, além de terem revolucionado a mobilidade nas cidades, estas tecnologias de transporte têm tornado mais acessíveis as áreas urbanas longe das principais linhas de transporte público, possibilitando a abertura do espectro de localização para novas lojas.

De facto, escreve Denise Dahlhoff, estes “up-and-coming neighborhoods” podem ser alternativas promissoras para os retalhistas (especialmente aquelas cujo negócio se concentra em áreas de consumo de nicho como lojas de moda, beleza, móveis, entre outros) e podem dar a origem a novos modelos de negócio potenciados pelas opções de entrega e “pick-up” de produtos.

Este e outros exemplos de cruzamento entre o online e o offline são dados no artigo de Denise Dahlhoff, disponível na íntegra aqui.